HM: transtornos aumentam
O HM foi o principal assunto da primeira sessão do ano. Gutão do Lanche (Agir) citou paciente transferido da UTI do HC da Unicamp no último dia 23. “Depois de dois dias jogado na maca todo ensanguentado, sem travesseiro, a família dele foi avisada. Cada dia essa família é jogada para um quarto e o paciente com risco de pegar uma bactéria, já estão lá há um mês quase. Aumentaram as reclamações do HM. Agora mesmo um paciente que quebrou o braço e estava internado desde ontem teve a cirurgia cancelada porque o insumo dele foi usado em outro paciente. É falta de alimentação, chuva caindo no povo. A Prefeitura culpa a Chavantes, que culpa a Prefeitura e a população sofre”.
HM: goteira no necrotério
Renan de Angelo (Podemos) também falou sobre o Hospital Municipal e requerimento em que cobrou respostas da Chavantes. O vereador falou sobre vídeo que circulou nas redes de uma goteira dentro do necrotério do HM. “A situação do necrotério, com placas no chão e gotejando em cima de um cadáver. O vídeo rodou, muita gente viu. Imagina, a última imagem do seu ente querido é ele coberto, cheio de goteira. Quero saber se é comum essa situação. E o que está acontecendo no Hospital Municipal? O problema é só quando chove? Sabemos dos problemas estruturais principalmente nas áreas das UTIs e de internações. Algo precisa ser feito”.
HM: falta cadeira de rodas
Marcos Caetano (PL) criticou a Chavantes por anunciar a compra de nove cadeiras de rodas para o Hospital Municipal. “É uma vergonha, não é nada para um hospital daquele tamanho. Senhor diretor da Chavantes, nove cadeiras não vai resolver. Está fazendo falta, sim senhor, você não usa, mas os pacientes estão reclamando. Vai em torno de R$ 13 milhões por mês para essa empresa, não é brincadeira. É o dinheiro do povo. O paciente tem que ficar implorando para ter uma cadeira de rodas para tomar um banho. Na primeira sessão do ano de 2026. Vamos ficar o ano inteiro falando disso? Não vai ter uma solução? A indignação é grande”.
Descaso com os CRAS
Fernando da Farmácia (PDT) e Jean Mizzoni (Agir) cobraram medidas do Executivo sobre a situação do prédio do CRAS da Vila Mathiensen, que se encontra abandonado. Os vereadores cobraram limpeza no local e Jean alertou que os moradores temem ocupações irregulares no local, citando ainda risco à saúde pública pela situação do prédio. Professora Juliana (PT) questionou a Prefeitura sobre as reformas dos CRAS do Jardim Guanabara e do São Manoel. “Já são mais de seis meses de atraso, uma obra que teve emenda de R$ 250 mil que o filho do prefeito conseguiu com o Kim Kataguiri. Se a empresa não está cumprindo o contrato ela tem que ser multada ou romper e contratar outra”, aponta.
Pior governador da história
Professora Juliana (PT) criticou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). “O Tarcísio é até agora o pior governador da história de São Paulo e tem como meta garantir que haja no Brasil o Bolsonarismo sem Bolsonaro, o golpista soluçante que está preso na Papudinho por tentar dar um golpe de estado. São 110 novos postos de pedágios, é cada dia mais caro morar em São Paulo. Ele ignora o déficit de policiais civis e militares. O estado vive uma epidemia de feminicídio e de furtos e roubos de celulares e o Tarcísio cortou mais da metade da verba de combate ao crime organizado e de combate à violência contra a mulher”.