O pastor Eduardo Costa, que foi flagrado em Goiânia vestindo calcinha azul e peruca loira em imagens que viralizaram na internet, e que surgiu em vídeo ao lado da esposa afirmando que a vestimenta fazia parte de uma investigação pessoal — contrariando o que parecia nas gravações — pregava contra a comunidade LGBTQIA+.
Em vídeos publicados em suas redes sociais antes da polêmica, ele condenava homossexuais e o adultério, afirmando que “nenhuma dessas pessoas terá parte no Reino de Deus” e que quem não aceitasse a “correção do Eterno” iria morrer.
Após o flagra, Eduardo Costa alegou que estava disfarçado para apurar uma situação e acusou o autor da gravação de tentar extorcê-lo. O pastor disse ainda que vai acionar a Justiça pela divulgação das imagens