Vereadores de Americana aprovam reajuste do ingresso do Parque Ecológico; valor pode chegar a R$ 10

Veja os destaques da sessão da Câmara de Americana.

Parque Ecológico

Os vereadores aprovaram projeto de lei do Executivo que permite o reajuste anual do ingresso do Parque Ecológico pela prefeitura, sem valor limite estipulado, com base em recomendações do conselho gestor do parque. Com isso, os valores devem subir de R$ 2 para R$ 5 a meia entrada e de R$ 4 para R$ 10 a inteira em breve. A prefeitura alega que o parque dá muito mais despesas do que lucro. Apenas o vereador Gualter Amado (PDT) votou contra. “No passado essa casa deu autonomia pro prefeito decidir o subsídio do transporte coletivo. Na ocasião também falaram que seria perante estudos, e nós tivemos um aumento que chega a até R$ 2,3 milhões por mês de subsídio para o transporte coletivo sem ao menos um parecer. Não concordo”, justificou.

Queimadas

Foi aprovado projeto de lei de Thiago Brochi (PL) que adequa a punição a proprietários de terrenos em Americana por queimadas. “É um problema grave, um transtorno muito grande pros moradores. A adequação busca aplicar penalidades de responsabilidade automática. Eles sabem que são obrigados a manter zeladoria e limpeza”, diz. Professora Juliana (PT) pontuou que Americana tem, em média, uma queimada a cada 2,5 horas e cobrou. “É preocupante. Não podemos afirmar que são incêndios criminosos, mas tudo indica que sim. É uma ação muito tímida da Prefeitura. A população está sofrendo para respirar em várias regiões por ausência de um trabalho mais rigoroso”.

Falta de água e conta cara

Gutão do Lanche (Agir) falou de um requerimento que enviou ao DAE por falta de água e conta cara na região da Avenida da Amizade. “Tem um projeto de 2006, que diz que há válvulas para poder retirar o ar das torneiras, mas segundo os moradores, o DAE não quer instalar. Precisamos cobrar, se é lei, tem que cumprir. A população sofre com falta de água 3, 4, 5 dias na semana e o consumo cada dia maior por causa do ar. Na Avenida Amizade, acaba água 4, 5 vezes no dia e chega no final do mês vem a conta por 150 reais. Além de não ter água, a população paga caro. O povo quer água na torneira e preço justo”.

Restaurantes em cheque

Ainda na sessão da Câmara desta terça-feira (9), Paulo Eduardo, o Juninho (PSD) criticou a falta de higiene de alguns dos restaurantes da cidade e falou em fazer visitas surpresas com vereadores e Vigilância Sanitária. “Já faz tempo que tenho observado isso. Tem restaurantes enormes, que por fora é lindo, mas por dentro, é uma bagunça. É sujeira, é rato. Eu costumo comer fora, vou convidar vereadores para que, juntamente com a Vigilância Sanitária, possamos ir sem avisar. É com todos restaurantes, dos pequenos aos grandes. Não é porque é pequeno que tem que ser bagunçado. Deixo aqui publicamente essa cobrança e vou chamar os vereadores para fazermos essas visitas”, diz.

Entorno do HM sem calçamento

Renan de Angelo (Podemos) denunciou que trecho do entorno do Hospital Municipal (HM) está sem calçamento. “Falta calçamento e segurança na Rua Goiânia no entorno do HM. Quem sai da Unacon, do lado direito, não tem guarda corpo, como tem do lado esquerdo naquele barranco. Fomos até o local,  tem uma base lá, provavelmente havia esse projeto. Gostaria de saber se vai ser feito reparo, se a área em questão é passeio público e qual a possibilidade de calçamento e instalação do guarda corpo ao longo do trecho. Ainda não há relato de acidentes, mas não precisa esperar acontecer para fazer a correção”.

Tarcísio e Lula são alvos

 O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o presidente Lula (PT) foram criticados na sessão. Professora Juliana (PT) começou. “A direita está rachada e o Tarcísio não engana mais ninguém, levou bronca do Silas Malafaia. E ele e parlamentares do PL ficam defendendo a anistia de pessoas que tentaram um golpe de estado, enquanto o governo Lula está do lado do povo brasileiro”. Marcos Caetano (PL) tomou as dores. “O Brasil viu no dia 7 quantas pessoas estavam do lado do seu governo. Essa cambada do desgoverno que roubou o INSS, os idosos, milhões e ainda temos que ouvir essas atrocidades da Professora Juliana. Quem fala o que quer tem que ouvir também. Ainda vamos ver esse governo atrás das grades,”, afirmou.

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