Vereadores cobram fim da Área Azul e investigam aumento de multas da Estapar em Americana

Veja os destaques da sessão da Câmara de Americana desta terça-feira (14):

Juninho pede o fim da Área Azul

Na sessão da Câmara de Americana desta terça-feira (14), o vereador Paulo Eduardo, o Juninho (PSD), pediu o fim da Área Azul. “Não adianta romper com a Estapar e colocar outra empresa que vai continuar cobrando do americanense. Peço sensibilidade do prefeito para não ter mais Área Azul na cidade. É o que o povo pensa, é a vontade do povo. Além da falta de água, e de ter que gastar para estacionar no Centro, pegar a empresa fazendo um papelão daquele para ganhar dinheiro em cima do americanense? É mais que um recado, não podemos ter mais esse tipo de empresa na cidade. Peço aqui ao nosso prefeito que pense na possibilidade de não ter mais área Azul em Americana”.

Gualter apresenta dados e diz que Estapar pode ser ‘fábrica de multas’

Gualter Amado (PDT) falou sobre a Estapar após ter acesso ao número de multas aplicadas por mês de outubro de 2024 para cá e alertou para arrecadação da empresa responsável pela Área Azul. “Em julho de 2024 foram aplicadas 3.271 multas. A tarifa de veículo autuado subiu de 10 para 25 reais em 2023 depois de acordo da Prefeitura com a Estapar. E agora passou para 27 reais a taxa. E o número de multas é gigantesco. Multiplica pelas autuações para ver o ganho da arrecadação, se caracteriza uma fábrica de multas na cidade. Agosto de 2024, mais 3.302 multas, em setembro foram 2.430, outubro, 3.626 multas, é absurdo.

Brochi cita duplicação de multas da Estapar e cobra prefeitura

Thiago Brochi (PL) também falou da situação da Estapar e da quantidade de multas, questionando multas inválidas apontadas em relatório e cobrou agilidade da prefeitura. “Precisa investigar essas multas inválidas. Percebemos um aumento de multas no horário do almoço das funcionárias. Como aumenta o número? Tem duplicidade de multa em Americana? É estranho. A comissão fez os estudos do caso e deve ter provas suficientes. Não suportamos mais a Estapar e a Área Azul do jeito que é em Americana. Eles têm os melhores advogados, mas tem que agir rápido, a prefeitura tem provas suficientes para quebra de contrato.

DAE é acusado de ‘escolher’ qual região vai atender

Paulo Eduardo, o Juninho (PSD) falou sobre a falta de água e de denúncia sobre o DAE. “Teriam pessoas lá dentro manobrando para faltar água em alguns bairros. Espero que não seja verdade, todos estamos passando por grandes dificuldades. Peço responsabilidade a quem está à frente do DAE. É inadmissível entregar na mão de um ser humano analisar qual bairro vai ser atendido. Pode não gostar de mim e deixar o Zanaga sem água, não gostar de um vereador do Jardim da Paz e deixar a região sem água. Isso é um caso sério, precisa de investigação para que não aconteça com ninguém. O DAE tem que ter transparência para que todos os americanenses entendam realmente o que acontece”.

Vereadores defendem que prefeitura dê desconto na conta de quem ficou sem água

Os vereadores falaram na sessão sobre desconto na conta de quem ficou sem água. Paulo Eduardo, o Juninho (PSD)  defendeu o desconto. “Eu falei recentemente que o desconto tinha que ser de 50%, estava triste com a situação, realmente seria muito, atrapalharia. Mas precisa ter sensibilidade com os moradores, que seja 5%, 10%, 15%. Eu quero é uma iniciativa para contemplar quem está sofrendo com falta de água”. Professor Juliana (PT) completou. “A cobrança do Ministério Público à Prefeitura recomenda o desconto. Tem gente gastando 300, 400 reais por mês para ficar indo caminhão pipa em condomínio”.

Gutão do Lanche registra B.O. contra ‘leão de teclado’ que o atacou em rede social

Gutão do Lanche (Agir) falou sobre ataque sofrido em rede social. “Os leões de teclado né? Teve um comentário desleal de um indivíduo em um portal que registrou a festa do Dia das Crianças e falou que ‘as minhas digitais estão no maior assalto de Americana’. Já teve um episódio dele com uma mulher de outro vereador, que ele foi oportunista. Ele teve sorte que não foi com a minha, senão ele já não tinha mais a mão. Então, foi registrado boletim de ocorrência. Atrás do computador é fácil xingar e falar, mas agora quem fala tem que provar. Então que prove. Quem me conhece sabe do meu caráter e do meu trabalho”.

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