Moção para Nikolas
A sessão de terça-feira (27) foi marcada por moção de Marcos Caetano (PL) parabenizando o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) pela marcha contra a prisão de Bolsonaro. Professora Juliana (PT) criticou. “Não estão nem aí para o Bolsonaro, querem é o eleitorado dele. As marchas são feitas para garantir direitos e não para defender aqueles que tentaram um golpe. É assustador a mediocridade da direita, é uma direita burra. Estão apostando no ódio, nas pautas morais, não querem discutir economia, emprego. Tenho saudade da direita que pensava, não sei se tem na Câmara de Americana. A marcha só serviu para o Nikolas. O Chupetinha não quer falar da investigação do Banco Máster e não tem um grande projeto aprovado como deputado”.
Moção para Nikolas 2
Vereadores saíram em defesa do deputado e contra Professora Juliana (PT). Thiago Brochi (PL) disparou. “A vereadora ia querer apoiar a Marcha da Maconha, que ela gostaria de estar. Melhor Chupetinha do que Ladrão. O Nikolas é um jovem que levou uma multidão contra a injustiça no Brasil. É o fim do Lula, estão com medo”. Marcos Caetano disse. “A vereadora não fala do roubo do INSS que o PT fez e está afundando a economia. Em 2026 vamos responder nas urnas para essa corja que tem que voltar para a cadeia”. Wagner Rovina (PL) afirmou: “Fico pasmo com a postura de chamar a direita de burra, jamais vou admirar a conduta desse povo idiota, safado, sem vergonha. Se ser direito é ser burro, eu sou burro”.
Proteção em piscinas
Os vereadores aprovaram na sessão projeto de lei de Jean Mizoni (Agir) que prevê que academia, clubes, hotéis e afins instalem mecanismos de segurança e desligamento automático dos motores de sucção em caso de bloqueio ou mau funcionamento. Mizoni recordou casos recentes de tragédias por falta dos dispositivos em piscina, citando o caso de Manuela Cotrin Carósio, de 9 anos, que faleceu enquanto brincava em piscina de hotel em Campinas. A mãe dela esteve presente no plenário e foi aplaudida. Thiago Brochi (PL) lembrou que uma proposta semelhante foi feita na Câmara em 2014, pelo então vereador Eduardo da Farmácia (PSDB), mas não foi aprovada na ocasião e cobrou fiscalização da medida.
Tarcísio gera bate-boca
Críticas da Professora Juliana (PT) ao governador geraram bate-boca após Jacira Chávare (Republicanos) interrompê-la. Jacira elogiou Tarcísio em sua fala. Depois, Juliana o criticou, por avaliação de desempenho de professores da rede estadual e risco de suspensão de 3 anos caso eles fiquem 30 dias sem aula. Após citar perseguição contra os professores, cutucou: “e o Tarcísio ainda foi aplaudir a marcha bizarra do Nikolas para defender golpista”. Jacira rebateu na hora e pediu questão de ordem, que foi negada por não ser possível. Juliana encerrou: “Tentativa bizarra de cercear a minha fala. Incomoda porque SP vai saber quem é o Tarcísio, que precariza a educação e a vida dos professores”.
Escola no Terramérica
Jean Mizoni (Agir) falou sobre requerimento em que indica a Prefeitura a construção de uma escola municipal no Terramérica. “Recebemos muito essa demanda de mães do Parque Novo Mundo com dificuldade de colocar o filho na Emef Paulo Freire, que não comporta mais a demanda dessa região. As mães moram no entorno e não conseguem vaga do 1° ao 9° ano. É a região que mais cresce verticalmente em Americana. Questionamos a demanda de vagas na Paulo Freire e indicamos uma área no Terramérica para construir uma nova escola que atenderia a demanda de toda a região. São bairros que têm crescido, com condomínios, e logo, logo, a demanda vai ficar ainda maior”, encerra.